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Archive for agosto \29\UTC 2009

Papéis de parade

Para o pessoal que me pediu, aí estão mais alguns papéis de parede, inclusive o que estou usando no meu notebook…

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Apelidado de Hal, o cérebro eletrônico mais poderoso de Brasília fiscalizará as contas bancárias de todos os brasileiros

Por Marco Damiani e Gustavo Gantois

Desde a manhã da segunda-feira 25, trabalha sem cessar no quinto subsolo do Banco Central um supercomputador instalado especialmente para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias das 182 instituições financeiras instaladas no País. Seu nome oficial é Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional – CCS na sigla abreviada. Mas a supermáquina já nasceu com o apelido de Hal, homenagem ao mais famoso cérebro eletrônico da ficção, imortalizado no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço. A primeira carga de informações que o computador recebeu durou quatro dias. Ao final do processo, ele havia criado nada menos que 150 milhões de diferentes pastas (uma para cada correntista do País), interligadas por CPFs e CNPJs aos nomes dos titulares e de seus procuradores. A cada dia, Hal acrescentará a seus arquivos cerca de um milhão de novos registros, em informações providas pelo sistema bancário. A partir desta semana, quando o sistema se estabilizar, o CCS deverá responder a cerca de 3 mil consultas diárias. Toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada, em qualquer banco do País, estará armazenada ali, com origem, destino e nome do proprietário. Diferentemente dos imensos mainframes dos tempos em que o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke concebeu sua supermáquina para 2001, o Hal do BC tem a arquitetura pós-moderna dos tempos da microeletrônica. São três servidores e cinco CPUs de diversas marcas trabalhando simultaneamente, no que se costuma chamar de cluster. Este conjunto é o novo coração de um grande sistema de processamento que ocupa um andar inteiro do edifício-sede do Banco Central. Seu poderio não vem da capacidade bruta de processamento, mas do software que o equipa. Desenvolvida pelo próprio BC, a inteligência artificial do Hal consumiu a maior parte dos quase R$ 20 milhões destinados ao projeto – gastos principalmente com a compra de equipamentos e o pagamento da mão-de-obra especializada. Só há dois sistemas parecidos no planeta. Um na Alemanha, outro no França. Mas ambos são inferiores ao brasileiro. No alemão, por exemplo, a defasagem entre a abertura de uma conta bancária e seu registro no computador é de dois meses. Aqui, o prazo é de dois dias. Não por acaso,para chegar perto do Hal, é preciso passar por três portas blindadas, com código de acesso especial.

Visto em perspectiva, o sistema é o complemento tecnológico do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SBP), que, nos anos de Armínio Fraga à frente do BC, uniformizou as relações entre os bancos, as pessoas, empresas e o governo. “Com o Hal, o Banco Central ganha uma ferramenta tecnológica a altura de um sistema financeiro altamente informatizado e moderno. Recuperamos o tempo perdido”, diz o diretor de Administração do BC, João Antônio Fleury. O supercomputador promete, também, ser uma ferramenta decisiva no combate a fraudes, caixa dois e lavagem de dinheiro no Brasil. “Vamos abrir senhas para que os juízes possam acessar diretamente o computador”, informa Fleury. O banco de dados do Hal remete aos movimentos dos últimos cinco anos. Antes de sua chegada, quando a Justiça solicitava uma quebra de sigilo bancário, o Banco Central era obrigado a encaminhar ofício a 182 bancos, solicitando informações sobre um CPF ou CNPJ. Multiplique-se isso por três mil pedidos diários. São 546 mil pedidos de informações à espera de meio milhão de respostas. Em determinados casos, o pedido de quebra de sigilo chegava ao BC com um mimo: “Cumpra-se em 24 horas, sob pena de prisão”. A partir da estréia do Hall, com um simples clique, Coaf, Ministério Público, Polícia Federal e qualquer juiz têm acesso a todas contas que um cidadão ou uma empresa mantêm o Brasil.

R$ 20 milhões foi o orçamento da criação do cadastro de clientes
do sistema financeiro

Sob controle
182 bancos
150 milhões de contas
1 milhão de dados bancários por dia

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1 – Edite o arquivo /etc/X11/xinit/xinput.d/none.conf

2 – Mude a linha
GTK_IM_MODULE=gtk-im-context-simple
para
GTK_IM_MODULE=gtk-im-cedilla

3 – Edite o arquivo /etc/gtk-2.0/i386-redhat-linux-gnu/gtk.immodules

4 – Mude a linha
“cedilla” “Cedilla” “gtk20” “/usr/share/locale” “az:ca:co:fr:gv:oct:sq:tr:wa”
para
“cedilla” “Cedilla” “gtk20” “/usr/share/locale” “az:ca:co:fr:gv:oct:sq:tr:wa:en_US”

Depois é só reiniciar o X e pronto.

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Para aqueles que me perguntaram sobre como eu instalei o KDE4.3 no openSUSE 11.1 segue a dica…
adicione os seguintes repositóros:

http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/KDE4:/Factory:/Desktop/openSUSE_11.1/
http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/KDE4:/Community/openSUSE_11.1_KDE4_Factory_Desktop/
http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/Qt/openSUSE_11.1/
desative os repositórios para o KDE 4.2.x e faça o update para o KDE 4.3

Depois reinicie o sistema e desfrute do novo KDE 4.3

Aproveito para responder uma pergunta sobre o amarok. Eu ainda uso a versão 1.4.10, por que a versão 2 ainda não está tão boa quanto a anteiror.

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Meu openSUSE 11.1 com KDE 4.3

Estou cada vez mais satisfeito com o meu openSUSE. Agora atualizei o KDE para a versão 4.3 e está demais! O desempenho melhorou ficando o sitema mais leve e muito mais bonito. Hoje fiz uma atualização e depois quando abri o yast, um novo visual apareceu, mais limpo, ícones menores e muito mais fáicl para encontrar aquilo que se procura. esta mudança é sensível, mas não passa despercebida!

Yast

Yast

Mais abaixo deixo um screenshot da área de trabalho de meu notebook. Nem preciso dizer que o sistema está super estável e muito agradável de se trabalhar.

openSUSE 11.1 com KDE4.3

openSUSE 11.1 com KDE4.3

Uma sugestão para quem ficou com “água na boca”… use openSUSE!

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